A direção da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul entende que a proposta de reforma da Previdência Social é uma grande discriminação em especial à trabalhadora rural.

Se aprovada, a mulher trabalhadora rural, que atualmente se aposenta aos 55 anos, vai passar para 60 anos, o que a deixa com a mesma idade do que os homens para aposentadoria. Segundo a Fetag, a discriminação ocorre, justamente, às vésperas do mês de março, em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. Conforme a entidade, as mulheres rurais enfrentam dupla jornada, ou seja, em casa e na lavoura.

Fonte: Rádio Progresso de Ijuí