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“Tem que comprar alimento para o gado, e isso está saindo muito caro”, desabafa o presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva
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A redução na oferta de leite e o aumento dos custos de produção amargados após a enchente começam a ser percebidos nos supermercados. A alta é evidenciada, principalmente, nos itens beneficiados.

Conforme último Boletim de Preços do Centro de Inteligência do Leite da Embrapa (Cileite), só a muçarela, em nível nacional, subiu 6,3% em junho, ante o mesmo mês do ano passado. Já o leite UHT subiu 3,7% no período.

O presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva, relata que muitas vias seguem sem condições de trafegabilidade, tanto para a chegada dos insumos às propriedades como para a coleta da matéria-prima.

O custo ainda é onerado pela falta de estoques de comida para alimentar os planteis.

fonte- correio do povo