Notícia
Parque de Exposições Wanderley Burmann terá exibição de filmes durante o evento.
Numa ação conjunta da Comissão de Cultura, o Instituto Estadual de Cinema (IECINE) e o Museu Antropológico Diretor Pestana, a EXPOIJUÍ FENADI/2015 terá exibições de filmes de 10 a 18 de outubro. A inovação tem como objetivo divulgar obras cinematográficas que também contribuam culturalmente e possam se inserir nos objetivos da Feira.
Ao todo serão oito filmes, exibidos junto a Estação Ijuhy, no mesmo local onde acontece a apresentação do espetáculo Epopeia Ijuhy e do passeio no Trem da História, atrações que seguem sendo realizadas. Com entrada franca aos visitantes do Parque, às sessões de cinema serão coordenadas pela Comissão de Cultura da EXPOIJUÍ/FENADI, presidida pelo Reitor da Unijuí Martinho Kelm.
Programação Sala de Cinema
Abaixo filmes, datas e os horários em que serão exibidos na EXPOIJUÍ/FENADI 2015
10/10 – 21:00h – Porto Alegre 100 anos de música
Série composta por 4 episódios. 24 minutos cada episódio.
Episódio 1: Os primórdios (1913-1930). Fala da música de Porto Alegre na virada do século XIX e suas influências multiculturais, advindas de diferentes povos que vieram, com suas raízes culturais, a compor a história e a musicalidade desta cidade.
Episódio 2: Os anos do rádio (1930–1960). Começa a grande Era do Rádio, seguida da febre dos conjuntos melódicos. Éum mundo de glamour e big bands, anos dourados, onde o rock´n´roll começa a dar as caras. Em reação à americanização do mundo, o nacionalismo desponta. Aqui, surge o regionalismo e o fortalecimento da figura do gaúcho.
Episódio 3: O maldito rock gaúcho (1960-2013). Acordes que mudaram o mundo. É a expressão mais contundente de nossa ânsia por “sermos diferentes”. Nos anos 60 forma-se ocenário diversificado do rock gaúcho, onde a televisão se solidifica como fenômeno de massa.
Episódio 4: Aquela música que não tem nome (1960-2013). Os Festivais dos anos 60, a Bossa Nova e os precursores. O Auditório Araújo Vianna como o espaço mais democrático da cidade. Uma cena e a busca de uma identidade.
11/10 – 21:00h – MokoiTekoá Petei Jeguatá: Duas aldeias, uma caminhada
Documentário. 63 minutos.
Sem matas para caçar e sem terras para plantar, os Mbya-Guarani dependem da venda do seu artesanato para sobreviver. Três jovens Guarani acompanham o dia-a-dia de duas comunidades unidas pela mesma história, do primeiro contato com os europeus até o intenso convívio com os brancos de hoje.
12/10 – 19:00h – Até que a sbórnia nos separe
Animação. 1 hora e 30 minutos.
Sbornia é um pequeno país que sempre viveu isolado do resto do mundo, cercado por um grande muro que não permite o contato com os vizinhos. Um dia, no entanto, um acidente leva à queda do muro, e logo os sbornianos começam a descobrir os costumes modernos. Dois músicos locais, Kraunus e Pletskaya, observam as reações de seus conterrâneos: enquanto alguns adotam rapidamente a cultura estrangeira, outros preferem reafirmar as tradições sbornianas e resistir ao imperialismo.
13/10 – 22:00h – Dromedário no asfalto
Filme. 1 hora e 23 minutos.
Pedro cruza a fronteira entre os países Brasil e Uruguai. Ele está em busca de um homem que, assim como ele, vive recluso em suas próprias divagações. Na verdade, Pedro parte em busca de seu pai.
14/10 – 22:00h – Mais uma canção
Documentário. 96 minutos.
Mais Uma Canção fala sobre o compositor gaúcho Bebeto Alves, que tem mais de três décadas de carreira. Sua trajetória sintetiza a música popular do sul do Brasil, misturando vários ritmos e sonoridades.
O filme acompanha uma viagem do artista pela região da Andaluzia, em Portugal, e pelo Norte da África, onde Bebeto entra em contato com as raízes da milonga. Porto Alegre, Uruguaiana (terra natal do artista) e Rio de Janeiro também serviram de locações para o documentário, filmado ao longo de três anos.
15/10 – 22:00h – Bicicletas de Nhanderu
Documentário. 48 minutos.
Uma imersão na espiritualidade presente no cotidiano dos Mbya-Guarani da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, Rio Grande do Sul.
Bicicletas de Nhanderú narra a cultura indígena e mostra como a influência do “homem branco” ameaça a religiosidade desse povo que tem se deixado levar por hábitos como a bebedeira, festas e jogos que, segundo a crença da aldeia, fazem mal ao espírito.
16/10 – 22:00h – Lua de Outubro
Filme. 1 hora e 40 minutos.
A trama de Lua de Outubro é baseada na obra do escritor uruguaio Mario Arregui. É um filme de aventura, dramático e instigante, com forte influência dos clássicos "western". O roteiro explora a forte identidade local exposta no dia-a-dia do pampa.
Lua de Outubro aposta no realismo para descrever o lugar e o tempo onde se ambienta a história. Elementos de ficção e o perfil dos personagens configuram uma trama com passagens ora comoventes, intrigantes ou amargas.
17/10 – 21:00h – Porto Alegre 100 anos de música (REPRISE)
Série composta por 4 episódios. 24 minutos cada episódio.
Episódio 1: Os primórdios (1913-1930). Fala da música de Porto Alegre na virada do século XIX e suas influências multiculturais, advindas de diferentes povos que vieram, com suas raízes culturais, a compor a história e a musicalidade desta cidade.
Episódio 2: Os anos do rádio (1930–1960). Começa a grande Era do Rádio, seguida da febre dos conjuntos melódicos. Éum mundo de glamour e big bands, anos dourados, onde o rock´n´roll começa a dar as caras. Em reação à americanização do mundo, o nacionalismo desponta. Aqui, surge o regionalismo e o fortalecimento da figura do gaúcho.
Episódio 3: O maldito rock gaúcho (1960-2013). Acordes que mudaram o mundo. É a expressão mais contundente de nossa ânsia por “sermos diferentes”. Nos anos 60 forma-se ocenário diversificado do rock gaúcho, onde a televisão se solidifica como fenômeno de massa.
Episódio 4: Aquela música que não tem nome (1960-2013). Os Festivais dos anos 60, a Bossa Nova e os precursores. O Auditório Araújo Vianna como o espaço mais democrático da cidade. Uma cena e a busca de uma identidade.
18/10 – 21:00h – Carijo
Documentário. 53 minutos.
É uma realização do Coletivo Catarse para valorizar uma cultura ancestral, de raiz indígena, em fase de extinção, mas que é a base histórica da produção da bebida símbolo do Rio Grande do Sul: o chimarrão.
Data da publicação: 2015-10-08