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Representantes da Corsan reuniram-se com moradores do bairro Assis Brasil, em Ijuí, na noite de terça-feira, 13, para falar sobre a expansão do esgotamento sanitário e esclarecer dúvidas sobre as obras que estão sendo feitas neste local. O encontro fez parte do Programa Afluentes, desenvolvido pela Companhia para aproximar a empresa da população.
Os participantes receberam informações detalhadas sobre como será executado o projeto e os benefícios que o sistema de esgotamento sanitário trará para a comunidade. “Apresentamos as regiões que serão contempladas e os possíveis transtornos temporários durante as obras, além dos riscos envolvidos e dos cuidados necessários ao longo das atividades”, destaca o gerente de relações institucionais da Corsan na região das Missões, Felipe Trindade.
Aproximadamente 42% da população de Ijuí, ou seja, mais de 17 mil imóveis, já têm acesso ao tratamento de esgoto. A expectativa da Corsan é concluir, até o final de 2025, 26 quilômetros de redes coletoras. Atualmente as obras estão concentradas no Centro e no bairro Assis Brasil.
O Programa Afluentes é organizado pela equipe de Responsabilidade Social da Corsan. Interessados em receber o atendimento podem entrar em contato pelo whatsapp (55) 99625-2445.
Regras para conexão a redes de esgoto
Quando uma rede de esgoto é concluída, os moradores recebem a visita técnica de agentes da Corsan e depois devem aguardar a notificação, por carta, para então providenciarem a interligação de suas casas à caixa de calçada e comunicarem a Companhia. O prazo para isso é de até 120 dias.
A partir do recebimento da notificação, quanto mais cedo forem feitas a interligação e a comunicação à Corsan, maiores serão o tempo para começar a cobrança da taxa de coleta e tratamento de esgoto e o desconto no valor referente ao início de funcionamento do serviço. Depois do prazo de carência para que seja iniciada a cobrança da taxa de esgoto, o valor a ser pago mensalmente é equivalente a 70% do valor do consumo de água apontado na conta.
Quem não se interliga à rede dentro de 120 dias depois do recebimento da notificação pela Corsan passa a pagar uma taxa por disponibilidade da rede, que corresponde ao dobro do que seria cobrado no caso de o morador usar o serviço. Tanto o índice de 70% sobre o consumo de água quanto a taxa pela disponibilidade da rede, caso o morador não faça a interligação, são determinações feitas pela Agergs. No caso da tarifa por disponibilidade, o valor não vai para a Corsan, e sim para um fundo da própria agência reguladora.
Universalização
Todos os projetos da Corsan – tanto para abastecimento de água como para coleta e tratamento de esgoto – estão direcionados à universalização do saneamento básico previsto pelo Marco Legal do Saneamento, estabelecido por lei federal.
Até 2033, 99% da população deverá ter acesso à água potável e 90%, à coleta e ao tratamento de esgoto. Para alcançar esta meta nos 317 municípios que atende no Rio Grande do Sul, a Corsan planeja investir R$ 1,5 bilhão por ano até lá.
Fonte: Corsan
Fonte: Divulgação/Corsan